Facebook Instagram Twitter YouTube

Belmont La Residencia celebra o legado de Joan Miró

Miro

“Eu não poderia viver em um lugar sem vista para o mar”, declarou Joan Miró, que viveu perto de Palma, em Maiorca, dos anos 1950 até sua morte, em 1983. Conhecido por suas criações coloridas, biomórficas e abstratas – pinturas, gravuras, esculturas e cerâmicas –, o artista catalão era um visitante frequente da ilha quando criança. Seu pai era de Sóller, um vilarejo que ficava no fértil “Vale Dourado” (assim chamado por sua abundância de laranjeiras e limoeiros) na costa noroeste, e Miró casou-se com uma mulher local, Pilar Juncosa, e se instalou em Son Abrines, em uma colina acima de Cala Mayor. Ele observou: “A luz de Maiorca é maravilhosa… cheia de pura poesia." E é bem perto de Sóller que se encontra Deià, um enclave pitoresco de ruas de pedra, estúdios, palmeiras e oliveiras abrigadas pelas montanhas de Tramuntana que se encontra o Belmond La Residencia, que tem uma ligação muito especial com o legado de Miró.

Nesse sentido, os hóspedes poderão desfrutar de uma incrível experiência no Café Miró. Entre tapas chá da tarde ou coquetéis será possível admirar 33 obras originais do artista – a maior coleção já exibida em um hotel.  Isso ocorre com o apoio do neto de Miró, Joan Punyet Miró, que lidera a Fundação Pilar e Joan Miró em Palma e ele mesmo um poeta e performer. Para Juan, o hotel é o cenário perfeito para a obra de seu avô. “Desde o fim do século 19, Deià atrai residentes artísticos, literários e musicais, incluindo Gertrude Stein e Robert Graves. Belmond La Residencia, localizado em duas mansões reformadas, tem uma arquitetura distinta que reflete o caráter da ilha. Também está fora da trilha turística, então oferece novos espaços para nós.”

Não foi apenas o mar e a luz de Maiorca que inspiraram Miró. “Meu avó dizia: ‘Em Maiorca, quero fazer esculturas monumentais para colocar entre árvores e nas costas rochosas’. Ele fazia caminhadas diárias pelas amendoeiras ao redor de sua casa e estúdio e a tranquilidade da ilha lhe oferecia espaço para trabalhar sem interrupção. Maiorca foi uma inspiração constante para ele. Aliás, durante os dez últimos anos de sua vida, tive o prazer de passar longas horas em sua sala de estar enquanto ele assinava, a lápis, muitas das gravuras e litogravuras que estão no Belmond La Residencia. A conexão entre Miró, Deià e Palma de Maiorca está agora completa. A alegria de reviver aquelas tardes na casa de meu avô está recriada no Café Miró."

CHÁ COM MIRÓ

Uma coleção sob medida e limitada de peças de chá foi desenhada pelo escultor residente do hotel, Juan Waelder, assim como por Marta Fuentes e Alejandro Vizcarro de Zavellá25 Estudi d’Art, e produzida por Villeroy & Boch para Belmond La Residencia. “O design é baseado na obra Sem Título, 1952 de Miró, e cada peça do conjunto reproduz um fragmento do trabalho”, diz o neto do artista.

Entre as obras selecionadas por Joan, destacam-se “La Cantatrice Chauve”, de 1981, “L’Oeil Bleu du Volcan”, de 1981, e “Les Montagnards III”, de 1975.

Para mais informações, acesse www.belmond.com/Belmond-La-Residencia



Compartilhar no Twitter

Publicidade