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Viagens com pets: dicas para garantir a saúde e o bem-estar de cães e gatos

Viagens com pets: dicas para garantir a sade e o bem-estar de ces e gatos

As férias batem à porta e muitos donos se programam para viajar. Mas o que fazer com os pets, principalmente os cães e os gatos? Quem prefere levá-los na viagem, ao em vez de deixá-los num hotel, precisa se planejar e ter em mente quais serão as necessidades deles. Para aconselhar os donos e preservar a saúde e o bem-estar desses membros da família, a médica veterinária Valéria Corrêa, Diretora Técnica do Pet Center Marginal, dá algumas dicas.

É possível levá-los em percursos de carro, mas vale ressaltar que alguns animais ficam ansiosos, estressados e até enjoam no automóvel em movimento. Antes, o ideal é acostumá-los ao carro. Caso não estejam familiarizados, a dica é levá-los em passeios curtos. Para garantir a segurança deles e dos donos, as caixas de transporte são as melhores opções, principalmente para gatos que se sentem mais seguros assim. Outro caminho são as cadeirinhas ou cintos de segurança específicos.

"As caixas de transporte têm de ser proporcional ao tamanho dos animais, maior que eles para que fiquem à vontade. É essencial que sejam bem arejadas para o animal não sinta desconforto", lembra a Dra Valéria Corrêa.

Para casos de enjoo, é possível que o veterinário receite algo para atenuar o sintoma. Em outros, controla-se a quantidade de comida e água que serão servidos ao animal. Lembre-se: os animais precisam fazer paradas para caminhar, comer, beber e fazer as necessidades fisiológicas. Também fique de olho na temperatura do carro, ela não pode ser quente demais, nem fria com vento direto no animal.

Em viagens aéreas, é necessário informar-se antes com a empresa, pois cada uma estipula suas próprias regras. Em geral, porém, os animais precisam estar com a carteira de vacinação em dia e apresentar laudo do veterinário atestando sua boa saúde.  Alguns companhias permitem que animais de até 10 kg, em trajetos curtos, fiquem em caixas de transporte na mesma área que o dono.  

Em outras, eles são transportados juntamente com as demais cargas. Nesta situação, o estresse é frequente, já que o animal fica isolado, em ambiente estranho e em altas temperaturas.  Converse com o veterinário para saber os riscos que o bicho corre nessas travessias aéreas e veja quais as soluções possíveis, como a sedação, por exemplo. Animais com doenças crônicas, como males do coração, não devem viajar dessa forma.  

Dependendo do país de destino, alguns pets têm de passar por um período de quarentena, ou seja, ficam isolados por dias até serem liberados - é uma forma de controle de zoonoses adotada por diferentes países. Procure informação antes de se aventurar, afinal sua travessia pode ser mais curta do que o tempo em que o animal ficará em isolamento. 

Os donos não devem se esquecer de arrumar a mala dos pets. Os utensílios variam em relação ao local do destino final, mas  ração, coleira, caminha, roupas, escovas, medicamentos que já estão acostumados a tomar e que foram receitados pelo veterinário, caixas de areia e a própria areia (no caso dos gatos), lenços umedecidos próprios para animais, soro fisiológico e algodão/gaze para limpeza de olhos e ouvido não podem faltar. Assim como os humanos, os animais são alérgicos a picadas de insetos e estão expostos a ataques fatais de cobras. 

Animais que estão acostumados à vida urbana podem estranhar cenários de campo. É importante que sejam supervisionados para evitar acidentes como picadas de cobra, ataques de outros animais ou que se percam em terreno desconhecido.

O gato, mais territorialista, não gosta de mudanças de espaço físico. Talvez o ideal é deixá-lo em casa, desde que seja supervisionado por um amigo, vizinho ou parente ou por empresas especializadas que fazem hoje esse serviço. Caso não haja outro caminho, cuidado com os bichanos em lugares abertos, eles costumam ter a curiosidade para checar o novo, mas podem não saber voltar mais para casa. Há casos de animais que se perdem nessas situações. Atenção também para locais altos sem redes ou cobertura de proteção para evitar quedas que podem ser fatais. 

Sobre o Pet Center Marginal - Petz Maior rede de pet shops e centros veterinários do país, o Pet Center Marginal está mudando de nome, passará a se chamar Petz. Por enquanto a nova marca foi lançada no Rio de Janeiro, Distrito Federal e Goiânia, gradativamente será implementada em todas as 27 lojas da rede, hoje presente em 13 cidades distintas,  incluindo São Paulo e litoral, Grande São Paulo e Interior. Atualmente, duas unidades prestam atendimento 24 horas - a Marginal Tietê (Av. Presidente Castelo Branco 1.795, Pari) e a megaloja da Av. dos Bandeirantes 2040, Brooklin. As unidades oferecem um mix de 20 mil produtos, como roupas, acessórios, brinqued os, alimentos, centro de estética com banho e tosa e uma série de produtos exclusivos. As lojas da rede são divididas em Pet Safari, com aves, roedores e peixes, espaço de venda para produtos, setor de aquarismo, farmácia veterinária, clínicas veterinárias, venda de filhotes e espaço para feiras de adoção que acontecem nos finais de semana. O grupo também conta com centro veterinário de alta complexidade, na avenida Pacaembu, 1.140, em São Paulo, onde há centro cirúrgico, UTI, sala de internação com serviço onde o tutor pode se internar com o pet, além de exames de diagnóstico em equipamentos de última  geração (raio-x digital, ultrassom com doppler). A Pet Center Marginal oferece ainda um programa de fidelidade no qual o cliente recebe 10% do valor de compras acima de R$ 150,00 para consumir no mês seguinte. A rede ainda cobre ofertas anunciadas pela concorrência e devolve a diferença. Uma série de projetos sociais são mantidos ou apoiados pelo grupo, como o “Eu Alimento Animal Carente”, que reverte parte dos alimentos vendidos às ONGs apoiadas por cada megalojas. Já no projeto “Meu Novo Amigo”, as unidades oferecem um espaço aos finais de semana para ONGs realizarem feiras de adoção.

 



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